Como estruturamos a análise

Explicamos sem rodeios: optamos por métricas auditáveis e adaptáveis, numa abordagem que confronta limitações e convida à crítica fundamentada. O método não elimina dúvidas, mas permite enfrentá-las de frente.

Indicadores comparáveis

Avaliamos impacto usando indicadores comparáveis, reduzindo subjetividade e aumentando a transparência dos resultados apresentados.

Revisão contínua

Revisamos e atualizamos métodos periodicamente, reconhecendo limitações e adaptando processos às mudanças contextuais.

Equipa multidisciplinar

Integramos perspetivas de estatística, ciências sociais e análise financeira para enriquecer as avaliações.

Transparência metodológica

Publicamos métodos e abrimos espaço para críticas externas, promovendo debate técnico e adaptação contínua.

Etapas de análise: do contacto à revisão

Veja como analisamos métricas de impacto desde o primeiro contacto até à revisão pública do processo.

Clarificar contexto e metas da análise

Primeiro, analisamos o desafio apresentado e esclarecemos as dúvidas quanto ao contexto. Depois, reunimos informação relevante e definimos objetivos de análise claros e mensuráveis. Isto evita dispersão e garante foco nas métricas que realmente contam.

Escolher e validar métricas de impacto

A seguir, selecionamos indicadores quantitativos de impacto social, ambiental ou financeiro, validando a relevância e limitações de cada um. Integramos perspetivas de diferentes áreas para enriquecer a avaliação e questionar pressupostos.

Revisão, publicação e debate público

Por fim, documentamos o processo, publicamos os métodos e abrimos a análise ao escrutínio externo. Assumimos dúvidas e convidamos críticas construtivas, apostando na melhoria contínua e na transparência.

Processo passo-a-passo

Cada etapa é transparente: da definição do objetivo à revisão pública, documentamos tudo.

Definir objetivo e contexto

Começamos por identificar o objetivo concreto da análise de impacto. Clarificamos o que pretendemos medir, quais variáveis são relevantes e em que contexto será feita a avaliação. Esta definição condiciona todos os passos seguintes e evita dispersão.
Foco no objetivo é fundamental.

Escolher indicadores robustos

Selecionamos indicadores quantitativos de fontes reconhecidas e validamos a sua aplicabilidade ao caso em análise. Rejeitamos métricas vagas ou de difícil auditoria, preferindo indicadores que permitam comparação entre projetos e revisão independente.

Critério e validação de cada métrica.

Implementar, rever e adaptar

Recolhemos dados, aplicamos os métodos definidos e documentamos cada decisão. O processo inclui revisão por pares, discussão das limitações e abertura para contribuições externas. Ajustamos métodos sempre que novos dados assim o justifiquem.

Revisão contínua e adaptação.

Vantagens do método

Vantagens do método quantitativo frente a abordagens tradicionais

Primeiro, admitimos: não existe método perfeito. Ao adotarmos uma abordagem quantitativa e baseada em evidências, expomos as limitações do senso comum e evitamos atalhos tentadores. Assim, reduzimos enviesamentos, aumentamos a auditabilidade e criamos espaço para revisões públicas. O nosso compromisso é com métricas que suportam debate crítico e adaptação contínua. Não vendemos promessas — detalhamos procedimentos.

Limitações admitidas

Requer revisão e atualização frequentes

Pode ser menos flexível a contextos fora do padrão

Exige mais tempo e recursos para implementação

Pode intimidar utilizadores sem formação técnica

O que distingue este método

Torna as análises auditáveis e transparentes

Favorece comparabilidade entre projetos

Reduz enviesamentos e subjetividade
Permite revisão crítica aberta e pública